sábado, 6 de setembro de 2008

O StuG III G da HaT - 2ª parte


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O StuG-III G da HaT camuflado para o teatro europeu

A pintura foi efectuada através da técnica de píncel seco em camadas sucessivas, que já descrevemos, o qual pode ser um pouco trabalhoso, mas que pode ser realizado enquanto se vê televisão dado exigir pouca concentração e, com a prática, tornar-se quase automático.

A camuflagem dos carros de combate alemães era, na maioria dos casos, aplicada pelas próprias tripulações, pelo que havia diferenças entre os vários veículos e o aspecto final podia ser algo tosco, próprio de um trabalho feito à pressa, muitas vezes perto das linhas de frente.

Optou-se por usar um dos padrões de três cores, usando verde e castanho-avermelhado sobre o fundo amarelo escuro, sendo as cores aplicadas com um píncel quase seco em camadas sucessivas, após o que, com um tom ligeiramente mais claro, é dado algum relevo aos contornos mais salientes.


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O StuG-III G da HaT camuflado para o teatro europeu

No fim, pintamos os detalhes, como as borrachas das rodas, as lagartas ou os escapes, aplicamos uma aguada de tinta preta para uniformizar a pintura e deixamos o excesso escorrer para os recessos que servem para delimitar escotilhas ou outras aberturas, dando assim um aspecto de maior proundidade.

Os "kits" da HaT não incluem decalques e, para ilustrar o resultado final, este modelo também não os tem, mas existem vários fabricantes que podem fornecer as insígnias adequadas que também podem ser aproveitadas de outros modelos ou, simplesmente, pintadas à mão, tal como acontecia com muitos veículos reais.

Este é um modelo de linhas correctas, fácil de montar e pintar, que apenas requer um pouco de trabalho a nível de melhoramentos, podendo ser concluido num par de horas, se excluirmos o tempo de secagem das tintas.
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