sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Infantaria colonial inglesa convertida da HaT - 1ª parte


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Infantaria colonial inglesa convertida da HaT

Foi recentemente apresentado pela HaT, não estando ainda disponível no circuito comercial, um conjunto de infantaria colonial escocesa, composta por quatro grelhas de doze figuras, com oito poses diferentes, sendo que as restantes quatro são repetidas.

Recorrendo a algumas das poses repetidas da grelha de testes que recebemos do fabricante, decidimos fazer uma pequena conversão, substituindo as típicas saias dos escocesses pelas calças usadas pela infantaria britânica contemporânea, recorrendo a algumas figuras que tinhamos disponíveis e nas quais poderemos aproveitar os restos dos modelos convertidos.

O processo de conversão é, em teoria, simples, mas quando se usa a parte superior de uma figura e a inferior de outra com algumas diferenças a nível do comprimento e formato do casaco, surgem diversos problemas que nem sempre são de fácil resolução, dado que as linhas de corte são efectuadas a níveis defierentes.


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Outra imagem da infantaria colonial inglesa convertida da HaT

Neste caso concreto, o casaco dos escoceses da época colonial é mais curto do que o dos canadianos do período da Grande Guerra, pelo que, se no caso dos primeiros, temos altura de sobra para proceder a ajustes, que podem implicar ir removendo algum plástico, no segundo, que será abordado noutra altura, será necessário acresentar uma pequena "fatia" para repor a altura certa das figuras.

A linha de corte pela qual normalmente optamos é pela cintura, salvaguardando o equipamento que está preso ao cinto, como cartucheiras, cantis, bornais ou sacos, que são cuidadosamente recortados de modo a ficarem presos ao suporte original, evitando assim colagens complexas ou a perda de pequenas peças.

Outra situação que surge tem a ver com a altura e mesmo o aspecto das figuras, sendo que os escoceses surgem como ligeiramente mais altos e encorpados do que os canadianos, pelo que é necessário um cuidado adicional na escolha das figuras concretas a serem usadas, evitando desproporções entre a parte superior e inferior do modelo.
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