sábado, 3 de janeiro de 2009

Montagem da "Walls and ruins - II" da Italeri - 1ª parte


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Uma foto do conjunto "Walls and Ruins - II" após aplicação do primário

Optamos por recorrer ao conjunto da Italeri "Walls and Ruins - II" para dar um aspecto mais interessante ao cenário que pretendemos construir sobre a base da batalha de Waterloo da Airfix, decidindo-nos a pintar e construir os vários elementos incluidos para, em conjunto com a versão modificada da Coastal Defense, escolhermos o melhor posicionamento das diversas peças.

Tal como acontece com outros modelos, optamos por uma base ou primário em negro, após o que começamos a pintar as diversas peças do conjunto, recorrendo a um píncel quase seco e ao aclarar sucessivo das cores, sem, nesta fase, nos preocuparmos grandemente com o rigor das cores, optando por deixá-las misturar-se um pouco.

A pintura de estruturas de edifícios, muros ou sacos de areia não exige o mesmo rigor cromático que outros modelos, devendo-se dar alguma variedade e optar por cores que, de outro modo, não estejam presentes no cenário, evitando que, por exemplo, exactamente a mesma cor surja num edifício civil e num carro de combate, algo que, na realidade, seria francamente improvável.


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O conjunto "Walls and Ruins - II" após aplicação das primeiras cores

Neste caso, optamos por seguir as sugestões do fabricante no respeitante à pintura dos edifícios, sempre com as limitações inerentes a alguns elementos, como pedra, tijolos ou madeiras que, obviamente, serão sempre pintados dentro das cores em que existem na realidade, mas, caso tivessemos mais do que um conjunto, naturalmente escolheriamos outro conjunto de cores para evitar repetições.

A pintura deste conjunto não oferece grandes dificuldades nem exige uma grande atenção durante a maior parte do trabalho, mas requer uma afinação de cores realista e alguma antevisão da utilização dos vários elementos, que serão usados em conjunto com a base e a fortificação já descritas e algumas peças adicionais, nomeadamente, armões, peças de artilharia e, eventualmente, vagões ferroviários, para o que equacionamos a possibilidade de construir uma secção de carris.

Descrevemos num texto anterior, a forma de fazer carris a partir de folhas de plástico com 1 mm de espessura, método que repetiremos aqui de modo a incluir um pequeno troço com um desvio a ser usado para abastecer a fortificação e onde colocaremos um dos vários vagões de mercadoria de que dispomos.
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