terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

A metralhadora Gardner com guarnição naval da HaT - 3ª parte


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A metralhadora Gardner com o reparo com rodas para acções em terra

Finalmente pintamos os detalhes das faces, que inclui o branco dos olhos, após o que furamos no centro de modo a obter o efeito da púpila, bem como os cabelos e bigodes, que serão inicialmente pintados em negro e depois, na parte central, em castanho, retocando-se de seguida os contornos da face e mãos.

A fase final implica pintar os pequenos detalhes, como o contorno azul do lenço dos marinheiros e o negro dos chapéus, bem como o realce pintado igualmente a preto de todos os detalhes, como correias e acessórios, separação entre peças de vestuário, linhas divisórias entre os dedos, ou outras.

A Gardner é pintada em preto metalizado, sobre primário negro, após o que pintamos as cinco filas de munições em dourado ligeiramente escurecido e damos pequenas pinceladas nas zonas mais salientes num metalizado mais claro de modo a aumentar o contraste.


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Outra imagem da canhoneira armada com a metralhadora Gardner com guarnição naval da HaT

A base naval é pintada em cinzento, da mesma cor da embarcação onde será instalada, enquando a montagem terrestre, com rodas, pode ser pintado num tom de azul acinzentado, com o exterior das rodas, que era reforçado por uma banda metálica, a ser pintado em prata ligeiramente escurecido, após o que o conjunto recebe uma aguada negra.

Todo o conjunto, incluindo a Gardner na montagem naval e as figuras foram finalmente posicionadas numa embarcação movida a rodas de pás que era típica nos rios africanos nos finais do século XIX, altura em que este tipo de metralhadora foi usada pelas potências coloniais contra os povos indígenas.

Este é o primeiro de três conjuntos da HaT que inclui também a Gatling e a artilharia ligeira naval, que utilizaremos num combóio dos tempos coloniais, tal como era usado pelos britânicos em diversas campanhas, como as do Egipto, Sudão e mesmo na África do Sul contra as tribos locais.
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