domingo, 22 de fevereiro de 2009

O Rolls Royce blindado da Second City - 2ª parte


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Uma foto do Rolls Royce blindado da Second City

A Second City produz o Rolls Royce em duas variantes, com diferentes torres, uma completamente fechada e mais baixa e outra aberta, incluido no modelo adequado para a 1ª Guerra Mundial, e uma torre mais alta que se destina ao período entre que vai desde os anos vinte até aos primeiros tempos da 2ª Guerra Mundial, quando este veículo blindado deixou de ser utilizado em missões de combate pelos ingleses.

A fase inicial, a mais morosa e trabalhosa, implica remover todo o material em excesso, algo que no caso das rodas é fastidioso e implica alternar entre cortes com uma faca de modelismo e o recurso à lixa até obter a espessura adequada dos rodados.

Tal como acontece com a maioria dos modelos de produção artesanal feitos em resina, este Rolls Royce apresenta pequenas falhas ou fissuras que necessitam de ser corrigidas, podendo-se usar tinta mais espessa ou, caso tal não resulte, um pouco de cola instantânea aplicada com o máximo cuidado.


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Uma foto do Rolls Royce blindado com figuras da futura cavalaria australiana da HaT



Seguidamente, removem-se excessos de resina, marcas de moldagem e eventuais irregularidades, recorrendo a uma lixa fina, podendo-se montar as escassas peças que compoem o modelo e às quais se pode adicionar um cano mais realista para a metralhadora Vickers, adicionando também um pequeno fio que representará à escala o sistema de circulação de água que esta arma usava para efeitos de arrefecimento.

Após a montagem, o modelo é pintado de negro, que serve para regularizar as superfícies e como primário, facilitando a aplicação da cor defenitiva que, no caso da primeira miniatura, será um tom acastanhado, um pouco mais claro do que aquele que aplicamos no Mk II que apresentamos recentemente.

A opção por um tom mais claro, quando na realidade os veículos seriam pintados de forma idêntica, deve-se a facto de, por questões relacionadas com a pigmentação da tinta, quanto menor for o objecto pintado, mais escura parecerá, razão que nos obriga a compensar com uma tonalidade mais clara.
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