segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Os lanceiros de Bengala da Strelets - 3ª parte


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Os lanceiros de Bengala da Strelets e infantaria indiana da HaT

Aproveitamos mais um pequeno conjunto destes lanceiros para abordar igualmente a questão do número de figuras que costumamos pintar de cada vez, factor que consideramos importante para o sucesso desta tarefa.

Normalmente depende da compexidade das figuras, de haver ou não transformações envolvidas, ou de estarem montadas ou apeadas o número de modelos que pintamos de cada vez, de modo a não haver uma saturação ou um cansaço excessivo, factor que pode resultar numa perda de qualidade.

No caso das transformações, torna-se difícil especificar um número, mas optamos por não ter mais do que uma meia dúzia de figuras nas nossa mesa de trabalho, dado que os passos tendem a ser mais complexos, e o mesmo fazemos no respeitante a cavaleiros, os quais escolhemos normalmente pintar em grupos de quatro, incluindo os respectivos cavalos.


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Alguns dos lanceiros de Bengala da Strelets já finalizados

Serão as figuras apeadas, sem armas pesadas ou outros equipamentos, as que pintamos em conjuntos mais numerosos, pelo que, dependendo do modelo exacto e da composição das grelhas em que vêm incluidas, optamos por trabalhar entre oito e doze modelos em simultâneo.

No caso destes lanceiros de Bengala, estes foram agrupados em conjuntos de quatro, com as respectivas montadas e acessórios, que podem incluir a espingarda na sela e uma lança ou espada na mão, mas que, por serem de pintura fácil, se pode expandir a seis de cada vez, apressando assim a finalização.

As notas e comentários relativos a este conjunto da Strelets encontra-se nos textos anteriores, pelo que seria redundante repetí-los, tendo optado por comentar sobretudo o processo de organização deste trabalho que, sendo um "hobby" deve ser relaxante e feito com prazer e nunca como obrigação.
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