terça-feira, 3 de março de 2009

A "Costal Defense" da Airfix - 6ª parte


Image Hosted by ImageShack
O cenário já com a cobertura de pó, pedras e relva electróstatica

Para continuar o projecto, adquirimos no EBay, por meia dúzia de euros, que incluem portes para Portugal, um conjunto de vinte árvores cujo tronco e ramos em metal permitem pequenas alterações, dando origem a um grupo com alguma variedade.

Para colocar as árvores em posição, fazem-se pequenos furos verticais com um berbequim, usando uma broca ligeiramente mais larga do que o diametro do tronco, após o que estas são posicionadas e seguras com um pouco de cola instântanea.

Obviamente, com este sistema de furos poderá não ser necessário colar as árvores, dado que estas se mantêm em posição, mas neste caso optamos por uma solução mais defenitiva e que permita manejar o cenário com maior facilidade e sem receio que estas caiam do local onde se encontram.


Image Hosted by ImageShack
Um Renault FT-17 da HaT perto da fortificação

O posicionamento das árvores é, praticamente, livre, mas não deve limitar o campo de tiro da fortificação, pelo que em frente da casamata e das posições das metralhadoras de apoio se deve evitar qualquer obstáculo que dificulte o tiro ou permita alguma ocultação por parte do inimigo, razão pela qual optamos por deixar esta área desimpedida.

Uma opção que mantemos em aberto é a cobertura da casamata e as paredes laterais que a suportam, para a qual temos várias hipóteses em aberto, nomeadamente a de manter a configuração inicial, com um tecto sólido, ou substituí-lo por uma rede de camuflagem, que permitirá ver melhor o interior.

Também podemos escolher entre manter as paredes laterais com a altura original, o que permite instalar peças de artilharia de maiores dimensões, ou reduzí-la, de modo a que os canhões MLE 1897 fiquem melhor enquadrados, mas limitando o seu uso no futuro caso pretendamos substituí-los por outros modelos.
Enviar um comentário