terça-feira, 24 de março de 2009

Forças coloniais britânicas no Egipto e Sudão - 1ª parte


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Um conjunto de escoceses e ingleses convertidos da HaT e oficiais da Waterloo 1815

Começa a ser possível construir forças coloniais para as campanhas do Egipto e do Sudão recorrendo a um misto de figuras da HaT, que poderá também fornecer algumas armas de apoio, e da Waterloo 1815, dos quais se podem usar os oficiais que neste momento ainda são escassos.

O núcleo das forças do Império Britânico incluia soldados ingleses e egípcios, os quais eram complementados por militares oriundos de outros domínios, como as que eram provenientes da Índia.

Também para as mesmas campanhas se pode recorrer aos ingleses e egípcios montados em camelos da HaT, que já apresentamos, obtendo assim uma maior variedade e flexibilidade, que pode ser complementada pela infantaria egípcia da Waterloo 1815.


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Outro angulo deste conjunto de infantaria

Existe ainda a hipótese de recorrer aos marinheiros que acompanham a metralhadora Gardner da HaT, alguns dos quais estão armados de espingardas, para representar a Brigada Naval que participou nestas campanhas e desempenhou um papel essencial manejando armas de apoio.

Podem também ser usadas as figuras de infantaria indiana da HaT, dado que representam forças que participaram nestas campanhas, as quais ligam bem em termos de estilo esculptórico e dimensão com os escoceses do mesmo fabricante, com a vantagem acrescida de incluirem um oficial.

Algumas das figuras de cavalaria da Strelets, como os lanceiros de Bengala, também aqui podem encontrar lugar, mas o estilo deste fabricante, resultante da forma de moldagem dos originais ou "masters", tende a fazer a sua produção destoar do conjunto, pelo que a sua inclusão acaba por levantar sérias dúvidas.
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