quinta-feira, 12 de março de 2009

O Mk IV "Male" da Emhar - 4ª parte


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O Mk IV "Male" da Emhar junto do Mk II "Male" da Airfix

Após a finalização da pintura, podemos adicionar os números de matrícula ou símbolos de unidade, bem como o nome do veículo, caso existisse, e as faixas em branco e vermelho que os carros de combate ingleses usavam para se distinguirem dos tanques capturados pelos alemães e usados contra os seus antigos proprietários.

Para terminar, damos umas pinceladas finais nas zonas mais salientes, com um tom de vermelho acastanhado, após o que recorremos a uma aguada em negro que irá uniformizar a pintura e ocultar pequenas falhas e adicionaremos manchas negras na zona de saída do escape e alguma sujidade ou manchas de terra, de modo a reproduzir um modelo em combate.

Para os mais corajosos e que estejam dispostos a dispender mais algum dinheiro, existe ainda a possibilidade de adquirir a conversão da Matador para a versão "Tadpole", um modelo de comprimento aumentado através da inclusão de uma cauda de maiores dimensões, que o tornava capaz de ultrapassar trincheiras mais largas.


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Comparação entre os suportes, sendo mais correctos os da Airfix

A conversão da Matador para este modelo de pouco sucesso, dado que perdeu resistência estrutural inclui os prolongamentos laterais e novas lagartas em resina, dado que as originais são demasiado curtas para um tanque destas dimensões.

Um última opção é a de usar como base a versão "Female" e um dos suportes com canhão da Matador e construir a versão "Hemafrodite", com a peça de 6 libras do lado direito e as duas metralhadoras do lado esquerdo.

Os Mk IV podem servir de base a numerosas versões, mas as incorrecções da versão "Male" da Emhar, a única disponível em plástico na escala 1/72, demonstram que existe espaço para que outro fabricante lance um modelo correcto que sirva de base a novas versões e modificações.
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