domingo, 15 de março de 2009

Os árabes da Airfix/HaT - 3ª parte


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Foto dos cavaleiros e de alguns árabes apeados da Airfix/HaT

Não existe um padrão exacto para pintar os beduínos, mas é normal que as vestes sejam claras, perto do branco, com algumas peças de vestuário em cores mais vivas, como o verde, associado ao Profeta Maomé, ou mesmo a púrpura, cor típica da realeza.

Pintar branco não é, para nós, das cores mais agradáveis, pelo que este é substituido por um amarelado muito claro, pincelado ligeiramente sobre um fundo ligeiramente mais escuro obtido através da adição de um pouco de castanho.

Este processo acaba por ser mais lento e moroso no caso do branco, dado que implica mais camadas, sucessivamente mais claras, com uma cor que tem um fraco índice de cobertura, facto agravado por ser usado sobre uma tonalidade mais escura.


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Os árabes da Airfix/HaT proporcionam conjuntos variados e coloridos

Em contrapartida, as montadas eram ajaezadas de forma mais garrida, com tons vivos e decorações douradas, sendo que os arreios eram normalmente em couro preto ou castanho, havendo aqui alguma margem para a imaginação.

Os camelos foram pintados no amarelo escuro típico destes animais, com a habitual técnica de píncel seco, enquanto os cavalos receberam uma pintura baseada em castanho e num cinzento claro, igualmente realçado com uma tonalidade mais clara.

As faces, mãos e pés serão mais escuras do que as dos europeus, obtido com uma mistura de castanho, sendo que o equipamento, como as bandoleiras e correias serão em castanho escuro.
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