domingo, 17 de maio de 2009

As casas russas da Pegasus - 2ª parte


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Uma casa russa da Pegasus junto de uma peça de 18pdr

A pintura é feita usando a técnica de píncel seco, em várias camadas com sucessivas misturas de branco, após o que recorremos a um píncel fino para, com tinta negra, delimitar algumas zonas de contraste, concluindo com uma aguada em negro que aumenta a visibilidade dos detalhes.

As chaminés são pintadas em cinzento, recorrendo à mesma técnica, com o topo pintado de preto de modo a simular o buraco de saída de fumo, sendo necessário cortar um dos ângulos da base caso se opte por colá-las não sobre o topo do telhado, mas junto de uma das paredes laterais.

Chamamos a atenção para a possibilidade pintar o interior das casas seguindo os mesmos processos e para a opção de usar uma cor diferente para as portas e janelas, algo que dará uma maior originalidade ao modelo, bem como a possível adição de plástico transparente, recortado de uma embalagem plástica, a ser colada de modo a representar os vidros.


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Uma casa russa da Pegasus e um SU-85 da HaT

Também existe a possibilidade, dependendo da intenção de utilização, de colar as casas sobre uma pequena base, que pode ser recortada, por exemplo, de uma caixa de CD's antiga, pintando depois a superfície em cor de areia e polvilhando com um misto de pó, relva electrostática e pequenas pedras sobre uma camada de cola branca.

O recurso a uma base tem vantagens, como a adição de mais elementos decorativos, como acessórios rurais, árvores, bancos, etc, melhorando o aspecto do modelo, mas coloca limitações quanto a uma futura utilização como parte de um cenário de maiores dimensões, reduzindo assim a sua flexibilidade de utilização.

Este conjunto permite um resultado final agradável, a ser obtido em muito pouco tempo, razão pela qual consideramos ser uma opção a ter em conta para quem necessite de construir um pequeno cenário ou pratique jogos de guerra e necessite de algumas casas de bom nível.
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