segunda-feira, 8 de junho de 2009

Fabricantes e conversões - 1ª parte


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Um tanque Mk V junto de escoceses convertidos

O recurso a conversões, algo inevitável quando a escassez de variedade assim o impunha, permite não apenas reproduzir modelos inéditos, mas também estimular outros modelistas e os próprios fabricantes a colocar no mercado miniaturas que são, desde há muito, solicitadas pelos adeptos deste "hobby".

Por muito que gostassemos de ter ao nosso dispor todas as miniaturas que desejamos colecionar, estamos conscientes de que tal resultaria no colapso dos fabricantes, pelo que nem todos os modelos terão viabilidade a nível de produção, pelo que as conversões vão continuar a ser necessárias, mas também uma forma de testar o mercado.

Muitas das conversões que realizamos, para além de satisfazerem o nosso gosto pessoal ou responderem a objectivos específicos, destinavam-se a auscultar modelistas e fabricantes, no sentido de determinar se estes teriam viabilidade comercial e, portanto, contribuiriam para a saúde financeira das empresas que os produzissem.


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Outro angulo do tanque Mk V junto de escoceses convertidos



São exemplos concretos do uso de conversões, quase como substituindo dispendiosos protótipos, o carro de combate da 1ª Guerra Mundial Mk V "Female", que convertemos a partir de um Mk IV, os os escoceses da Grande Guerra, transformados a partir de infantaria colonial, que forneceu a parte inferior com os "kilts" e infantaria canadiana, de onde retiramos a parte superior das figuras, que inclui o armamento.

Também a infantaria colonial inglesa, convertida a partir dos escocesas da HaT e que foram apresentados no fórum deste fabricante, com autorização deste, como forma de testar a resposta dos modelistas, pode ser usada como exemplo de um método que evita pesados custos, mesmo quando os recursos tecnológicos permitem realizar protótipos com rapidez e a baixo custo recorrendo a sistemas informáticos e impressão tridimensional.

Será este último processo, certamente, o que será adoptado num futuro próximo, adquirindo-se os modelos tridimensionais virtuais num dos inúmeros "sites" que a tal se dedicam, os quais podem ser imediatamente convertidos num objecto sólido numa questão de poucos minutos e com detalhes de nível exepcional.
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