sexta-feira, 26 de junho de 2009


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O PzKfW V Panther A da Esci em conjunto com o da Altaya

Após a colocação da "zimmerit" pode-se finalizar a pintura amarela e colar os acessórios, após o que se aplica o verde e o castanho avermelhado que vão dar origem ao padrão de camuflagem usada pelos alemães a partir de meados da 2ª Guerra Mundial.

Nesta altura colam-se as ferramentas, pintadas em cor de madeira e de metal polido, bem como a metralhadora MG-34 da cúpula, onde se coloca o típico comandante, de excelente qualidade, que a Esci forneceu em numerosos modelos.

Para terminar este modelo, aplicamos uma aguada negra, que realça bastante o padrão da "zimmerit" e pintamos à mão as cruzes negras e o número do veículo, podendo-se concluir com algumas pinceladas em cor de areia para dar a ideia de alguma sujidade e ralçar os angulos do modelo.


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O PzKfW V Panther A da Esci e um da Altaya

Quando comparado com outros modelos, como o da Altaya, o Panther da Esci surge com uma volumetria superior, apresentando dimensões algo exageradas e que destoam quando comparadas com miniaturas produzidas por outros fabricantes, eventualmente com excepção da versão G da Hasegawa.

Será, possivelmente, a dimensão o maior problema deste modelo, de linhas correctas, bom nível de detalhes e inúmeros acessórios, pelo que a sua inclusão em cenários com outras minituras pode destoar, mas como peça individual será sempre do maior interesse.

Não sendo o melhor Panther do mercado e apresentando uma complexidade de montagem muito superior ao normal, o modelo da Esci continua a ser de qualidade aceitável e uma boa base para quem pretenda efectuar melhoramentos ou conversões, pelo que será ainda uma opção a ter em conta e uma quase inevitabilidade para quem pretenda a versão A deste carro de combate.
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