quinta-feira, 4 de junho de 2009

Troca de cabeças em miniaturas


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Uma figura convertida através da troca de cabeças

A troca de partes entre figuras, de modo a obter uma pose ou versão inédita é uma prática corrente, sendo a opção mais habitual a de trocar a cabeça com outra adquirida separadamente, incluida como extra ou cortada de outro modelo.

Como forma de obter cabeças, para além de recorrer a outras figuras como dadoras, existe a possibilidade de adquirí-las em separado a fabricantes especializados, como o Lancier Bleu de Bruno Arnal, ou através de conjuntos onde estas existem como extra em número razoável, tal como sucede com as figuras de aviação de 1925 da Preiser.

O processo de troca é, manifestamente, o mais simples dos que podemos realizar, bastando para tal recorrer a um bisturí afiado, com o qual a cabeça dever ser separada do tronco com um golpe limpo, que não deixe arestas ou irregularidades, de modo a que possamos proceder à substituição.


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As figuras a lançar a granada eram originalmente iguais

Dependendo do uso da figura e da qualidade do plástico, que pode aceitar melhor ou pior a cola, pode ser necessário colocar um reforço interno, que consta de um pequeno espigão de metal, obtido, por exemplo, a partir de um pionaise, que é inserido em dois pequenos furos, um deles aberto na cabeça e o outro no corpo.

Assim, após efectuar os furos e proceder a um teste em seco, que também serve para avaliar se a cabeça e o corpo se adequam e se o tamanho do pescoço é correcto, efectua-se a colagem, de modo a que a conversão fique concluida, passando-se depois a aplicar o primário que irá disfarçar eventuais marcas do corte ou de algum pequeno desajuste.

Esta é uma conversão extremamente fácil, mas numa fase seguinte, com trocas de troncos e de braços, será necessário uma maior atenção e alguma prática para obter resultados satisfatórios.
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