quinta-feira, 17 de setembro de 2009

O "Dragão do Apocalipse" da Altaya - 2ª parte


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O Dragão do Apocalipse da Altaya

Ainda seguindo a mesma técnica, aplicamos uma segunda camada em tom de amarelo escuro, que veio dar maior relevo à textura e, usando a mesma cor com um pouco de branco misturado pintamos garras e outras superfícies ósseas.

Esta mistura mais clara pode, iguamente, ser utilizada para pincelar ligeiramente as zonas mais salientes, concretamente as nervuras e bordos das asas, sobrancelhas e contornos da cabeça ou a ponta da cauda, de modo a realçar estes detalhes.

O maior detalhe é, naturalmente, na cabeça, onde para além dos olhos vermelhos pintamos os dentes, em branco, usando também esta cor para dar uma primeira camada na lingua bifurcada, a qual foi depois pintada em vermelho.


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O Dragão do Apocalipse da Altaya

Para finalizar, damos uma aguada de preto, que irá infiltrar-se nos recessos do modelo, aumentando a sensação de profundidade e dando uma maior uniformidade à finalização, podendo-se ainda optar por algumas manchas de sangue, caso se queira dar um aspecto mais feroz a este dragão.

A base foi sendo pintada nos mesmos tons e segundo a mesma técnica que o dragão, após o que foi coberta de cola branca e polvilhada com uma mistura que inclui pó, relva electrostática e pequenas pedras, de modo a dar um aspecto mais natural e que facilmente se enquadra noutras bases e cenários que criamos.

Este é um modelo que escapa ao que costumamos apresentar, mas que tem uma qualidade inerente às miniaturas em metal e, pela própria textura e baixo preço, pode ser uma excelente base de aprendizagem para aqueles que se pretendam iniciar nas técnicas que utilizamos para a sua finalização.
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