sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Combate aéreo em 1915


Image Hosted by ImageShack
Imagem publicada na Ilustração Portugueza

A importância da aviação na 1ª Guerra Mundial superou todas as expectativas existentes no início do conflito, altura em que muitos estados-maiores ainda encaravam os aviões como pouco mais do que uma curiosidade, acabando por desempenhar um papel de relevo.

Se no início da Grande Guerra os poucos aviões usados em operações militares de destinavam essencialmente a reconhecimento, não transportando armas para além das pistolas dos tripulantes, rapidamente esta situação mudou, dando origem a um progreso rápido.

Da pistola para a espingarda de caça foi um passo rápido, mas pouco tempo depois começaram a ser instaladas metralhadoras, que inicialmente disparavam de fora do raio do hélice, obrigando ou a aparelhos de aspecto diferente, sem o hélice frontal, como os "pusher" ingleses, ou a mais uma evolução técnica.

O primeiro modelo a usar uma metralhador fixa, a disparar no sentido do voo, foi o protótipo de Roland Garros, que protegia o hélice através de placas metálicas de blindagem, que se revelarem pouco eficazes, cabendo aos alemães, através do Fokker E III a solucionar o problema através de um mecanismo de sincronização que interrompia o fogo da metralhadora quando uma pá se encontrava alinhada com o cano.

Na imagem publicada na Ilustração Portugueza, assiste-se a uma perseguição nos tempos iniciais da guerra, numa altura em que alguns aviões alemães, descendentes dos "Taube", ainda tinham asas com um formato que lembra o das aves, desenho que seria substituido em breve.
Enviar um comentário