quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Os caçadores portugueses da Armies in Plastic - 2ª parte


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Algumas das figuras dos caçadores portugueses com base castanha

Sendo figuras numa escala superior ao habitual, é necessário mais cuidado a remover marcas de moldagem, bem como alguns excessos de plástico que existem em zonas onde o molde tem limitações, como o espaço entre a arma e o corpo.

Este não é o plástico mais fácil de trabalhar, mas pode-se recorrer a lixa fina bem como a um bisturí para melhorar os acabamentos e a própria textura, que surge como demasiado lisa e com um brilho que indicia algumas dificuldades de pintura.

O tipo de plástico utilizado obriga a uma lavagem cuidadosa com detergente, esfregando com uma escova e lavando com bastante água, de modo a que a superfície fique tão desengordurada quanto possível e permita agarrar um pouco melhor a tinta.


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Pinturas de caçadores portugueses da Guerra Peninsular

Na altura da aplicação do primário negro, é patente que este não é o melhor plástico para pintar, sendo que esta camada de primário é absolutamente essencial, sem o que a pintura será uma aventura complicada.

O uniforme dos caçadores era castanho, num tom médio, que aplicamos com um píncel quase seco, em camadas sucessivamente mais claras através da mistura de um amarelo escuro, após termos deixado secar a base negra durante 24 horas.

Ao contrário de figuras mais pequenas, onde o negro permanence visível mesmo em zonas mais escondidas do uniforme, nestas ficará apenas nas delimitações de peças ou equipamentos, sendo o restante efeito obtido à custa da variação da tonalidade da cor, mas sem que o preto apareça no meio.
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