quarta-feira, 29 de julho de 2015

O Messerschmitt Bf 109 E7 Trop da Airfix - 4ª parte

Finalmente, para poder deixar o capot aberto construimos um motor, que, basicamente, é um bloco de uma matéria plástica muito leve, cortado na medida do original, ao qual foram adicionados os suportes laterais, que eram o elemento mais distintivo nos motores dos Bf 109, e colocar no topo dois pequenos tubos, que simulam os canos das metralhadoras.

O capot foi cortado, de modo a que a parte dianteira fosse colada no local, segurando a hélice, enquanto a parte traseira, da qual foram retirados os canos das metralhadoras e feitos dois furos no local onde estes se encontravam, sendo depois de pintado colocado junto do avião, integrado num cenário.

Obviamente, estas modificações condicionam opções futuras, sendo óbvio que o modelo nunca poderá estar em configuração de voo, devendo-se ter o cuidado de colar a blindagem que protege o piloto na parte central do "canopy", uma vez que esta abria em conjunto, e nunca deixá-la colada no local proposto pela Airfix, o que é um erro demasiado óbvio que impediria o "canopy" de abrir.

Nesta altura, caso não se tenham efectuado modificações, é de decidir qual a posição do trem de aterragem, sendo que, caso não fique recolhido, tem que se pintar o interior dos porões e a estrutura do trem e jantes, na mesma cor do interior, bem como os pneus, em negro, ficando a montagem para uma fase posterior.

Na posição de voo, as peças utilizadas podem ser pintadas mais tarde, seguindo os mesmos critérios de cor, com a parte exterior das coberturas dos porões, tal como na opção anterior, a ser pintada na mesma cor azul da parte inferior das asas, podendo-se aproveitar para pintar igualmente, caso a opção seja essa, do depósito de combustível externo.

Este modelo, para além da ausência de carga externa, permite adicionar o tanque externo, uma simples bomba SC250, ou um conjunto de 4 bombas SC50, para o que são fornecidos suportes específicos para cada opção, sendo o mais comum no Norte de África o recurso ao tanque, dado que a necessidade de combustível num teatro onde as distâncias a percorrer eram grandes, dificilmente permitia o transporte de bombas.
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