segunda-feira, 3 de agosto de 2015

O Messerschmitt Bf 109 E7 Trop da Airfix - 6ª parte

Seguindo esta ordem, a opção que faz mais sentido é pintar o azul, que muitas vezes era proveniente da anterior pintura, passando-se depois ao amarelo escuro da superfície superior, que cobre a parte de cima das asas e perto de um quarto da fuselagem, que era bem mais azul do que amarela.

Nesta altura, pode-se aplicar a camuflagem, em pequenas manchas verdes, após o que se segue a montagem de elementos como o trem de aterragem, suporte da antena de rádio, bem como reservatório extra ou bombas, caso se pretenda carga exterior, finalizando com o "canopy", que deve ser colado com cola apropriada, evitando recorrer a cianocrilato, que pode embaciar as transparências.

É de notar que enquanto alguns elementos de decoração permaneceram, como as faixas brancas, que se destinavam a identificar os aviões do Eixo dos que eram utilizados pelos Aliados, a camuflagem foi simplificada, deixando de serem aplicadas as manchas verdes, algo que com a chegada da nova versão dos Bf109, a F, passou a ser a norma, com toda a superfície superior a ser amarelo escuro.

Dado que dispomos de dois modelos idênticos, decidimos introduzir diferenças entre ambos, pelo que, enquanto num dos "kits" optamos pela primeira camuflagem para o deserto, com o amarelo da fuselagem a preencher apenas a parte superior e manchas de camuflagem verde, no outro selecionamos um padrão um pouco posterior, já sem as manchas e com o amarelo a descer pelas laterais, juntando-se ao das asas.

Este padrão, liso, apenas em tom de amarelo escuro na zona superior e laterais, que podia descer, cobrindo a totalidade dos flancos ou ficar sensivelmente a meio, com o azul a cobrir metade da fuselagem, foi o que finalmente prevaleceu, desaparecndo também a pintura amarela do nariz, usada temporiamente, sendo este o padrão utilizado pelos Bf 109 F quando estes substituiram a versão E durante o ano de 1942.

Também decidimos que um dos modelos estaria em modo de voo, com o trem de aterragem recolhido, o que facilita a montagem dado que a mesma peça inclui roda estrutura e portão, colada directamente no porão sob a asa, sendo apenas necessário efectuar um furo que permitiu usar um suporte existente e que se encontrava sem uso.
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