segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Plataforma de calibragem de bússola - 5ª parte

É possível orientando a plataforma circular e assumindo que se utiliza um modelo de um caça de pequenas dimensões, como um Spitfire ou um Messerschmitt 109, fazer a base mais pequena, com uns 15 por 25 centímetros, mas tal reduz substancialmente a flexibilidade da mesma em termos de concepção de cenário, tendo apenas a vantagem de consumir menos material, um pouco menos de tempo e, obviamente, ocupar menos espaço de armazenamento ou de exposição.

Dado que ainda restava algum material de um castelo da Preiser, na forma de algumas extensões de plástico expandido, muito fácil de trabalhar, optamos por utilizá-lo para dar origem a uma simples linha em pedra que fica em redor da plataforma central, que colocamos no centro da base de modo a servir de orientação para o trabalho a efectuar em redor.

Como as peças usadas são rectas, para que fiquem curvas a opção mais simples é golpear entre as pedras, colando-as em redor da plataforma, que aqui serve de guia, sem ser colada, obtendo desta forma uma cercadura relativamente ao solo do aeródromo, que será, como quase todos deste período, em terra batida, com algumas zonas onde pode ter crescido alguma relva e, na periferia, mas ou menos pedras, muitas delas removidas de zonas de trânsito.

Portanto, após dispor no local, e colar com cola de contacto a cercadura da plataforma, que ocupa a zona central, pode-se complementar a base com algum pequeno relevo, sobretudo na zona que fica atrás da plataforma, feito a partir de um pouco de cimento cola, deixando desimpedido o acesso frontal, com toda a base a ser pintada num tom amarelado ou acastanhado, que serve de base para as pequenas pedras e o pó que reproduzirão o terreno.

Convém selar o solo recorrendo a um fixador ou a uma simples aguada com tinta, sendo de efectuar esta operação sem a plataforma instalada, tal como foi nossa opção durante a fase anterior, sendo de equacionar de esta não deve ser colada, o que implica um posicionamento defenitivo e alguma perda de flexibilidade, caso se pretenda utilizá-la noutro cenário, podendo-se, por uma questão de maior segurança, usar uma fita adesiva de duas faces para a manter no local.

Com a base estruturalmente finalizada, podem-se acrescentar alguns elementos, havendo espaço para alguns dos materiais mais habituais num aeródromo, como caixas de ferramentas, reservatórios ou bidões de combustível ou atrelados com material, sendo possível incluir uma ou outra viatura, como um camião tanque ou de transporte de material ou uma viatura mais pequena, destinada ao transporte de pessoal, ou outros elementos cénicos.
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