quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

O Messerschmitt Bf 109 F2 Trop da "Takara" - 2ª parte

Nesta escala, convém usar uma pequena fita autocolante para delimitar as zonas a pintar de branco, de um modelo adequado, que permite retirar sem danificar a pintura, e um píncel fino, tentando contornar as pás do hélice e as próprias luzes de sinalização, que podem necessitar de ser retocadas após a pintura.

Outras zonas, como os escapes ou armas também podem ser retocadas, podendo-se ainda "envelhecer" ou "sujar" um pouco o modelo, de modo a que este se aproxime mais da realidade, sobretudo num teatro de operações onde os equipamentos eram submetidos a condições particularmente rigorosas que resultavam num desgaste muito rápido.

Pincelando ligeiramente com um pincel quase seco, recorrendo a tom da fuselagem sobre o amarelo, ou adicionando algumas zonas escurecidas perto dos escapes e das armas, com uma ligeira aguada nas separações dos paineis, pode-se melhorar o modelo, o que se justifica caso seja destinado a exposição.

Pode ser adicionado o filtro tropical, comum aos modelos a operar neste teatro, e que consiste, essencialmente, num pequeno tubo, se possível arredondado no extremo, que prolonga o filtro que vem de origem, o qual deve ser pintado na cor da fuselagem, com a secção central em negro.

Os decalques adicionais, de boa qualidade, estão muito simplificados, mas incluem a suástica da cauda, disfarçada em segmentos separados, permitindo diversificar os modelos, recorrendo a insígnias tácticas ou números de matrícula diferentes, sendo aplicados da forma habitual, com a atenção acrescida resultante das reduzidas dimensões.

Caso se destinem a jogos de guerra, convém selar o modelo com uma camada de verniz fosco, de modo a proteger a pintura e decalques relativamente ao manuseamento, sendo certo de que estas miniaturas são comparativamente resistentes e leves, suportando mesmo alguns pequenos acidentes sem danos de monta.
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