quarta-feira, 2 de março de 2016

Bases improvisadas para aviões - 1ª parte

Conforme mencionamos nos textos relativamente aos modelos da "Takara", estes possuem uma base regulável, a qual não implica furar o modelo, que se apoia sobre uma pequena estrutura transparente, cujas dimensões e aspecto nos parecem francamente mal concebidos, com parte do suporte a surgir de forma demasiadamente visível.

Tal como com outros modelos, concretamente na escala 1/72, também optamos por construir um suporte diferente, mais discreto, que permita fotografar o modelo num ambiente mais natural, sem com isso encarecer uma miniatura muito pouco dispendiosa mas, não obstante, merece uma melhor apresentação.

Qualquer base deve ser estudada e planeada em função do modelo individual, tendo em conta o equilíbrio e o ambiente ou o efeito pretendido, de modo a que possa resultar eficaz, suportando de forma segura a miniatura, tendo em atenção dimensões e peso, bem como o formato e pontos de apoio.

Recorremos a um simples atilho revestido em plástico, com interior em metal, que dobramos numa das extremidades, de modo a ser mais fácil colar, recorrendo a resina de dois componentes, a um simples rectangulo em plástico, proveniente dos restos de uma caixa de CD, notando-se uma pequena elevação no local da colagem.

Pintamos o atilho em cinzento claro e a base em amarelo areia, que tratamos da forma habitual, cobrindo-a com cola branca, sobre a qual largamos algumas pequenas pedras e dois tipos de pó, um acastanhado mais grosso, e outro em tons de amarelo, mais fino, que cobriram totalmente a superfície.

Revestimos a parte inferior do atilho com uma pequena palmeira em plástico, que seccionamos longitudinalmente de modo a poder colar, com cola de contacto, os segmentos em redor do atilho, que lhe serve de apoio, tendo largado um pouco de pó fino de modo a regularizar um pouco a superfície, preparando-a para ser pintada com uma aguada em negro e retoques em castanho para por alguns detalhes em evidência.
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