sexta-feira, 1 de abril de 2016

O Messerschmitt Bf 109 da Testors - 6ª parte

Delimitamos o vagão e a caixa para as pilhas com restos de plástico, muito semelhante a esferovite, mas com maior consistência, que foram colados e um pouco embebidos em cola de madeira, criando assim um relevo que, após 24 horas de secagem, pode ser pintado com tinta acrílica em tons de amarelo.

O corpo do vagão foi pintado de forma a imitar madeira, pincelando o relevo com tinta castanha sobre um primário negro, enquanto em redor, a superfície amarelada foi coberta de cola de madeira sobre a qual foram largada pequenas pedras e pó, de modo a reproduzir um terreno onde se encontra imobilizado os restos de um vagão abandonado.

O cenário pode ser finalizado posicionando sobre o vagão um tecto compatível, devidamente adaptado para que dê passagem ao suporte do avião e fios eléctricos, e adicionando uma ramagem que vai ocultar a zona aberta do vagão, a qual dá acesso ao botão que liga o motor e faz girar o hélice do Messerschmitt.

Sendo esta a primeira tentativa, rapidamente nos apercebemos de um erro, concretamente a opção de ter colocado o botão de ligar na parte da frente, indiscutivelmente mais prático à primeira vista, mas mais visível e, sobretudo, dificultando o acesso, dado que o risco de ao ligar o motor, a hélice atingir o dedo, é bastante elevado.

Em consequência, descolamos a base da caixa e orientamo-la no sentido oposto, de modo a que o botão fique do lado da rectaguarda do modelo, portando oposto ao da hélice, o que implica abrir um pouco mais o sulco cortado no tejadilho do vagão, através do qual passa o suporte e as ligações eléctricas.

Também nos apercebemos de que, em alternativa ao vagão, podiamos ter optado por uma pequena casa ou cabana e recorrido a um suporte diferente, preferencialmente mais discreto e um pouco mais longo, afastando mais o modelo do avião do solo, tal como, mesmo num voo rasante, iria suceder na vida real.
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