sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Maquete com componentes eléctricos - 1ª parte

Mesmo no chamado modelismo estático, aquele que inclui modelos que não possuem movimento, como contraponto de uma vertente dinâmica cujo exemplo mais conhecido é o aeromodelismo, existe a possibilidade de dar alguma vida através da inclusão de elementos que introduzem, pelo menos parcialmente, alguma reprodução das movimentações existentes na vida real.

Nesta perspectiva, é necessário um planeamento mais rigoroso, evitando improvisações, de modo a que, para além dos modelos, todas as ligações e alimentação possam ser adicionados e, quando necessário, ocultados os componentes que não fazem sentido estar presentes, como uma simples bateria.

No exemplo que nos propomos realizar, vamos motorizar um modelo de avião a hélice, de modo a que esta gire, e adicionar iluminação interna numa pequena habitação, o que proporcionará uma fonte adicional de iluminação para o cenário, necessariamente complementada com outras fontes de luz.

Desta forma, torna-se necessário incluir pelo menos um elemento cénico que permita ocultar alguns componentes eléctricos, sendo o mais óbvio uma edificação, mas que pode ser, igualmente, um reservatório de combustível, um camião tanque ou alguns destroços, desde que com um volume aceitável.

A Pegasus, um dos mais interessantes fabricantes de miniaturas, não apenas pela vasta gama que oferece, na sua maioria de muito boa qualidade, mas também por incluir entre estes diversos modelos inéditos ou que, pela sua perfeição, basicamente eliminam a concorrência.

Para além de veículos, concebidos para montagem rápida, destinados sobretudo aos praticantes de jogos de guerra e como complemento dos diversos conjuntos de figuras, a Pegasus produz diversos elementos cénicos, como casas, árvores e mesmo animais, o que permite construir maquetes bastante completas, algumas versando temas pouco comuns, como uma simples aldeia ou missão índia.
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