sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Base aérea em cartão texturado - 1ª parte

Por vezes torna-se necessário improvisar, inovar e implementar novas técnicas e soluções que permitam uma abordagem inovadora na resolução de um problema que enfrentamos com alguma frequência, concretamente onde expor e fotografar alguns modelos que vamos construindo.

Se no caso dos veículos, uma pequena base, mesmo que improvisada, pode ser uma solução, no caso dos aviões confrontamo-nos com uma manifesta falta de cenários, do que resulta um enquadramento dos modelos que não corresponde ao que pretendemos, prejudicando todo um trabalho, por vezes moroso, cuja etapa final é, precisamente, a apresentação neste "blog".

Sendo a escala 1/72 a que utilizamos com maior frequência, sobretudo no respeitante a aviões, optamos por construir um cenário compatível, pelo que uma parte de um aeródromo, incluindo um hangar e instalações de apoio foram a opção que consideramos mais natural e funcional, mesmo sabendo que tal resulta numa maquete de dimensões importantes.

Existem muito poucas soluções no mercado, e as poucas que encontramos possuem preços proibitivos, pelo que a opção foi por seguir um caminho completamente diferente, optando por elaborar um plano que passa pela construção em cartolina texturada, com detalhes adicionais em plástico, de modo a obter uma melhor finalização, a que acrescentaremos alguns elementos cénicos.

Encontramos na Internet um conjunto de desenhos de Thomas Peters destinados ao propósito a que nos propomos, tendo-o partilhado no Google Drive para que os nossos leitores possam igualmente descarregá-lo e, após descomprimirem o ficheiro para uma pasta, tenham a possibilidade de visualizar o conteúdo, recorrendo a um simples "browser", bastando para tal clicar no ficheiro "click_here.htm".

Desta forma, é possível visualizar os vários conteúdos, incluindo os vários componentes a imprimir, bem como o tipo de papel a utilizar, as intruções de montagem e uma foto do conjunto, onde estão presentes alguns modelos de avião na escala 1/144, a que foi originalmente utilizada pelo autor, verificando-se que as ligações incluídas deixaram de funcionar, algo que não nos espanta se tivermos em conta que o projecto original foi revisto pela última vez há nove anos.
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