segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Base aérea em cartão texturado - 11ª parte

Logicamente, todos os passos devem ser devidamente previstos, única forma de evitar dar passos irreversíveis que comprometam uma evolução num dado sentido, sendo exemplo a adição de bases individuais aos edifícios as quais, depois de devidamente coladas, muito dificilmente poderão ser removidas sem danificar edifícios que, pela sua construção, são pouco resistentes.

Com os edifícios concluídos, pode-se passar à adição de alguns elementos que confiram maior realismo e interesse ao conjunto, sendo sempre de ter em atenção que existe uma relação entre os modelos de aviões escolhidos e a época exacta do conflito, o que se reflete nos restantes modelos a incluir, de modo a que sejam compatíveis em termos históricos.

Também se deve ter em atenção qual o teatro de operações dos modelos dos aviões, sendo que este tipo de instalações se adequa ao Continente europeu, pelo que decorações e insígnias do teatro Mediterrânico ou de Leste não se enquadram aqui, devendo-se optar pelas unidades que combateram na frente Ocidental ou defendiam a Alemanha dos bombardeamentos aliados.

É de notar que durante a guerra, com o melhoramento da rede de radar, a opção dos alemães foi a de deslocar as armas anti-aéreas dos aeródromos para a zona da frente de combate, dado que as bases seriam alertadas e tomadas medidas de defesa, fazendo descolar os aviões, pelo que a partir de 1942 seria pouco frequente encontrá-las em bases afastadas da frente.

Assim, a nossa sugestão é a colocar zonas cimentadas apenas na área das edificações e na saída do hangar para a pista e a de evitar tudo o que diminua demasiadamente a flexibilidade de utilização, limitando, por exemplo, a apenas parte do conflito, o que implica não colocar elementos que, pela sua especificidade, reduzam a utilidade que se pretende para este cenário.

Portanto, como complemento dos aviões, sugerimos posicionar veículos, grupos de figuras que dispensem bases ou colagem na superfície, como um conjunto a empurrar uma bomba, tal como o produzido pela Zvezda, ou outro sobre um estrado a efectuar tarefas de manutenção ou municiamento, bem como equipamentos ou acessórios genéricos, incluindo a nível de iluminação, como caixas de madeira ou reservatórios genéricos que possam ser utilizados por qualquer nacionalidade.
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